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3 passos para garantir a confiabilidade da válvula de emergência (ESD)

Os elementos finais, como as válvulas de emergência (ESD), são uma parte crítica no ciclo de vida da segurança. Quando eles não estão funcionando corretamente, a segurança de toda a fábrica está em perigo. Para garantir a segurança geral da fábrica, a seleção correta da válvula de emergência (ESD) desempenha um papel vital. Muita incerteza prevalece em torno dos padrões relativamente novos IEC 61508 e IEC 61511 e como eles devem ser interpretados para válvulas de segurança. Este post de blog analisa mais de perto esta questão e esclarece mais sobre um assunto essencial, mas confuso.

Este tópico foi discutido em minha apresentação na Valve World Conference Sobre a seleção correta de válvulas para ESD - Especialista da Metso na Valve World Conference

Nos últimos anos, vimos um aumento na discussão sobre a probabilidade de falha sob demanda (PFD), níveis de integridade de segurança (SIL) e valores ideais de Lambda. De fato, esses cálculos de segurança funcional são uma maneira valiosa de manter a segurança geral. Mas esses cálculos só são válidos se a válvula tiver sido selecionada corretamente. Se existirem erros sistemáticos na seleção da válvula, não será possível obter vantagem com os cálculos de PFD. E, embora a certificação tenha se tornado o padrão na indústria, a verificação da integridade de segurança da válvula ou do conjunto da válvula se estende além da certificação SIL, níveis SIL ou bons valores de PFD.

Acreditamos que estes são os passos necessários para selecionar corretamente uma válvula e garantir que os elementos finais sejam capazes de trabalhar de forma confiável em situações de emergência.

Passo 1 – definir a aplicação

Nossos anos de experiência no campo comprovaram repetidamente que somente a seleção de válvulas baseada em aplicações garante que uma válvula funcionará conforme pretendido em caso de emergência. A seleção correta da válvula de emergência anda de mãos dadas com uma série de desafios de aplicação que devem ser considerados adequadamente no início, incluindo classe de pressão, temperatura e materiais.

Se a seleção não corresponder à aplicação em questão, ocorrerão falhas nas válvulas.

Passo 2 – completar cálculos

Uma vez que a válvula seja capaz de funcionar na aplicação designada, você pode prosseguir para os cálculos de segurança funcional. Mas antes de começar seus cálculos, observe que a certificação é apenas um documento para provar que a válvula, como componente, é capaz de funcionar no grau SIL da malha. Isso não garante que todo o conjunto possua aprovação do SIL.

Para conhecer a capacidade final do sistema de segurança, o conjunto completo deve ser calculado, levando em consideração as certificações SIL e os valores PFD para todos os componentes, como o corpo da válvula, o atuador ou o solenoide de segurança inteligente.

Passo 3 - instalar e testar

As válvulas de emergência ESD não são dispositivos que se costuma "instalar e esquecer que existem". A única maneira de manter sua integridade de segurança é realizar testes sistemáticos de válvulas. Isso é feito com um teste de curso parcial (PST) sem interromper as operações da fábrica e com um teste de prova mais abrangente, que ocorre durante as paralisações.

Em resumo, o fator chave para operar com sucesso uma válvula de emergência ESD começa desde a etapa básica da seleção de válvulas. Somente depois de fazer a seleção correta da válvula podemos observar os cálculos SIL e PFD. Mesmo assim, o ciclo de vida da válvula e o teste regular da válvula não podem ser negligenciados se você quiser garantir que a válvula de emergência ESD funcionará em qualquer situação de emergência.

 

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Ville Kähkönen

Director of Industry Management

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