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Entenda como a nova geração de britadores da Metso pode aumentar sua produtividade

Estabilidade. Essa é uma palavra-chave para entender como e por que os britadores MX, da Metso, podem aumentar a produtividade de sua planta. Antes de serem apresentados oficialmente ao mercado, em 2017, eles passaram por uma bateria de testes de mais de 10 mil horas, comprovando na prática a aplicação de tecnologias que reduzem os tempos de parada e os custos operacionais – 10% em ambos os casos em relação aos britadores cônicos convencionais – e que podem levar a um aumento na vida das peças de reposição.

Como os britadores MX funcionam?

Para entender a estabilidade de operação do MX, pense num avião em voo de cruzeiro. Antes dessa etapa, o piloto – no nosso caso o operador – já estabeleceu como ele quer que o britador funcione. A partir da partida, o que ele vai fazer é acompanhar a britagem pelos painéis de controle da máquina. Dependendo do nível de automação – e ela é variável – o processo pode ser monitorado remotamente da sala de controle, com o mínimo de intervenção humana. Como isso é possível? Simples: assim como um avião moderno, o MX tem um piloto automático que atua, otimizando a operação em tempo real. A britagem torna-se padronizada e é ajustada passo a passo, de acordo com a modificação da alimentação.

O principal diferencial

Tecnicamente falando, a principal característica do MX é combinar a presença de um pistão e um bojo num mesmo britador cônico, recurso nomeado pela Metso como Multi-Action. O nome em inglês traduz bem a tecnologia: a multiação da nova geração permite que o próprio equipamento faça um ajuste automático de alimentação, ajustando os níveis de operação com o britador em funcionamento. Diferentemente de uma operação manual – onde o ponto de vista do operador é que manda – a alimentação do MX é a mais ajustada possível, aproveitamento ao máximo a cavidade do britador e reduzindo ao mínimo os danos à máquina. Lembre-se que há um mini exército de sensores, mandando informações o tempo todo para a máquina.

 

Checklist: 7 indicadores de baixa performance
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Pelo fato de o equipamento trabalhar o mais otimizado possível e com riscos controlados, o esforço sobre o britador é reduzido, o que afeta diretamente o desgaste das peças de reposição e influência nos tempos de paradas para manutenção ou reparos programados. Com os ajustes acontecendo o tempo todo – inclusive no caso de entrada de materiais indesejáveis – o britador pode entregar um produto final com granulometria mais consistente do que os equipamentos cônicos tradicionais.

Operação independente

Bom, para operar de forma independente, o MX conta com os dados enviados pelos vários sensores embutidos. O produto final britado, por exemplo, é medido mais de dez vezes por segundo. Por mais treinado que possa ser, nenhum operador conseguiria fazer essa medição. E mais: ao receber os dados, o equipamento processa os ajustes e vai indicando as mudanças na tela do MX. Caso, a mineradora ou pedreira queira mudar o processo, basta indicar na tela de controle novos indicadores de velocidade, pressão do pistão ou nível da cavidade. A partir dos novos parâmetros, o próprio britador se auto-ajusta e o processo volta a se estabilizar.

Além de ampliar o tempo das paradas programadas, o MX também permite que as interrupções indesejadas sejam severamente reduzidas. Ao tirar a mão de obra humana do centro da operação, o MX protege o operador de ações incorretas que poderiam causar incidentes e também evita que a máquina seja avariada. Mesmo as paradas programadas podem ser melhoradas, pois o histórico de britagem indica o nível de exigência de cada componente do equipamento.

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