mai 29, 2020 Agregados blog

Perguntas e Respostas: Webmeeting Remineralização de Solos

Metso Brasil
Metso Brasil
Quer saber um pouco mais sobre remineralização de solo? Reunimos as perguntas feitas pelo público durante nosso WebMeeting e convidamos Alfredo Reggio, especialista em produção de pó de rocha da Metso e o professor pesquisador Antônio Zamunér Filho, da Universidade Federal de Goiás, para respondê-las. Confira!
Alfredo Reggio (à esq.) e o Prof.: Antônio Zamuner conduziram o webmeeting
Alfredo Reggio (à esq.) e o Prof.: Antônio Zamuner conduziram o webmeeting

Qual seria o raio econômico máximo para rochagem?

R: Entendo a palavra raio econômico, nesta frase, como sinônimo de distância de entrega do remineralizador com custo do frete. Não há um raio econômico de atuação indicativo na atual conjectura de mercado. Vejo isto, por dois motivos: Um é que ainda não há muita oferta de remineralizador no mercado o que provoca uma viagem, uma distância longa do remineralizador ao produtor. E segundo, que a diferença mercadológica do fertilizante e o remineralizador novo é uma base de valor x eficácia. O valor dos dois tem como incógnita o frete. A cadeia de Fertilizantes, já montada, tem uma logística muitas vezes mais favorável, porem frequentemente impactada pelas variações cambiais. A diferença estará em pautar a eficácia do remineralizador para aquele solo e cultura específica.

Como informação: o remineralizador está sendo entregue hoje distâncias acima de 300km.

 

Qual o melhor modelo de britador para fazer o pó de rocha?

R: Como apresentado nos slides, a melhor solução de britagem dependerá da dureza, abrasividade e características granulométricas do material que se deseja ser moído para fazer o pó de rocha (neste caso < 2 ou 1mm atendendo norma).

Enfatizado é que o britador HRC (moinho de rolos Metso) tem um melhor custo benefício para rochas mais duras e abrasivas.

 

Quanto menor a granulometria, consigo aumentar a eficiência do remineralizador. Porém a aplicação fica um pouco complicada, o que devo fazer com relação a isso?

R: Com certeza, quanto menor a partícula maior a área específica e, portanto, maior poder de reação química terá a partícula no solo. Porém, é de se levar em conta que, quanto menor a partícula, mais custoso será o processo de fazer este (cito: moagem separação e até silagem). Além do que, quanto mais fino mais difícil ou cuidadosos serão o manejo, transporte e armazenagem, seja na mineração, seja no campo e até de como aplica-lo no solo. A aplicação fica mais difícil pois o material em finuras extremas se comporta-se como um fluido e tem facilidade de ser emanado pelo vento.

A finura de <1mm é uma boa estratégia pensando em reação rápida e lenta (residual durante anos), existem alguns produtos no mercado com finura < 0,6mm ou ainda menor (indicando reação rápida a moderada).

Saliento que novas tecnologias de microbiologia estão inovando e auxiliando este contexto de flora no solo. O que permite dizer que a finura deixará ser um problema no processo.

 

A granulometria é determinante para o remineralizador, já que é aceito para registro no MAPA, filler, pó ou farelado. Sendo assim qual seria mais eficaz?

R: A resposta dada a pergunta acima atende também a sua pergunta.

Como informação adicional, o farelo também é vendido em determinadas situações e mercados. Depende muito do poder químico do remineralizador vendido e outros elementos adicionados ao processo como a microbiologia.

 

O que é necessário em termos de equipamento e engenharia para implementar a produção desse tipo de produto? A receita é compensatória?

R: Primeiramente é preciso analisar o tipo de rocha no contexto químico. Se este tiver elementos “auxiliadores” para o solo e planta este pode ser tecnicamente comercializável e enquadrado como agromineral e ou remineralizador. Porem há outros fatores que precisam ser analisados também para implantar uma “linha de produção”. Uma destas análises é a viabilidade econômica e financeira do remineralizador, tais como mercado a ser atingido, distâncias ao consumidor, demanda x consumo e também investimento para implantação. Por fim, acreditamos que a receita será factível e compensatória.  

 

Como está o mercado de remineralizadores pensando no investimento (capex) x retorno (cash back)? Pensando em instalação de um britador e um moinho, o custo seria em torno de 20 milhoes jogando por baixo o custo necessário de equipamento, engenharia e instalação. Como incentivar esse projeto em uma empresa que tem como carro forte o fertilizante químico?

R: Deve-se fazer um estudo de viabilidade econômica. O Remineralizador não compete com o Fertilizante. Eles são primos. E com certeza, a introdução inicial do calcário corretivo, que é outro primo, trará junto ao remineralizador e o “fertilizante” uma eficiência e produtividade à plantação com sustentação ao solo para várias safras. Todos são complementares e potencializam o Fertilizante. Por isso, muitas empresas pensam em fazer e comercializar composições destes diretamente ao produtor.

 

Das pedreiras do sudeste, qual a demanda do mercado? E quanto já estão produzindo?

R: Ainda não temos essas informações. Há uma tendência de crescimento da demanda e da venda das empresas já produtoras de remineralizador. O método experimental em talhões na agricultura é o caminho do crescimento desta metodologia de uso do remineralizador.

 

Qual a melhor forma de adequar uma planta de britagem existente para a produção de remineralizadores?

R: Não há uma única solução, cada caso deve ser analisado. A Metso está à disposição para fazer esta análise.

 

Alfredo, a umidade no material de alimentação afeta muito a eficiência no HRC? Qual seria a umidade máxima permissível?

R: A umidade é um problema para toda a cadeia, desde a produção, armazenamento e até na aplicação do remineralizador em campo, e portanto deve ser controlada ou evitada. Porém, o HRC especificamente não sofre com a umidade. Ele somente aumentará a formação de torrões ou cakes conforme exposto. No processo, a umidade é problemática na fase de peneiramento e de estocagem e aí sugiro não passar de 2%.

 

Qual o preço médio de venda fob em r$/ton do remineralizador?

R: Não há um valor definido. Depende de vários fatores como o poder deste remineralizador no solo, frete, competividade mercadológica e outros.

 

Excelente o conhecimento passado pelos 2 pesquisadores. Queria perguntar sobre o preço (mesmo aproximado) do moinho de rolo HRC.

R: Com relação condições comerciais, informo que um vendedor da Metso local seria mais indicado para os esclarecimentos. Enfatizo que o seu baixo opex e baixo consumo energético são os maiores diferenciais do HRC no mercado, traduzido num baixo custo/ton produzida.

 

Qual a granulometria máxima de entrada suportada no equipamento HRC?

R: O tamanho máximo é de 32mm para os modelos de HRC8 de200HP e HRC800 de 300HP:

 

Qual é a curva granulométrica de saída do HRC?

R: Não há uma curva única definida de saída. A curva de saída dependerá da curva de alimentação, características do material, e regulagem/pressão definida entre os rolos. Como informação genérica ele gera na média 80% < 4,8mm para uma curva de entrada de aprox. 25 a 4,8mm.

 

A depender do material a ser moído há necessidade de neutralização devido a formação de atmosfera explosiva no interior do moinho?

R: Não há atmosfera explosiva na câmara de britagem do HRC. Ao comprimir a pedra não há explosão e sim adensamento das partículas. Claro que estamos falando de rochas e não de materiais e ou compostos químicos. Portanto não se aplica o termo neutralizar. Fique a vontade de nos contactar para maiores esclarecimentos.

 

Qual a distância média em km de Fortaleza para entrega de remineralizador?

R: Não temos esta informação de limites de distância de entrega. O Valor do frete é que pode ser proibitivo.

 

O tipo de material interfere no tamanho de entrada?

R: Não interfere desde que estejamos falando de material rochoso e/ou mineral. Será preciso fazer uma análise se for outro elemento (como resíduos siderurgicos e ou industriais). Contate a Metso para maiores esclarecimentos.

 

Como saber quimicamente e com relação a granulometria se o produto da pedreira pode ser utilizado como remineralizador?

R: Como exposto na apresentação é necessário fazer análise dos elementos químicos da sua rocha e análises laboratoriais. A granulometria a ser comercializada é a definida na IN 5 e 6 - MAPA e indicadas na apresentação. Caso não disponha desta granulometria, será necessário britar algum material da sua pedreira para enquadrá-lo. Contate a Metso para verificar melhor in loco.

 

HRC pode usar para moer calcário corretivo?

R: Sim. Contate a Metso para fazermos uma análise de processo e verificar a viabilidade.

 

Consigo com que eficiência usar peneira vibratória para separar material abaixo de 0,6mm?

R: Dependerá do tipo de peneira, movimento vibratório dela, inclinação, velocidade de peneiramento e outros. Indicamos peneiras de alta frequência para esta malha de corte. Contate a Metso para obter maiores informações de aplicação.

 

O equipamento em questão apresenta a mesma eficácia para rochas de diferentes dureza e wi?

R: Sim pela qualidade de redução. A curva de saída ou afinamento do produto pode variar dependendo da dureza (ou wi) e da curva granulométrica de entrada.

 

Qual o % médio de passante em 2mm na saida do HRC quando alimentado com basalto a 25mm?

R: Dependerá da dureza deste basalto, dados da curva de alimentação e da faixa de pressão que aturemos no HRC. Mas como ordem de grandeza, imaginando em circuito aberto, poderia gerar de 55 a 72% < 2mm com pressões de 2 a 4 N/mm2 respectivamente.

 

O farelo seria usado onde?

R: Favor olhar as perguntas 3 e 4 que estão relacionadas ao mesmo tema.

 

Numa média geral, qual o valor por tonelada praticado pelo mercado para o remineralizador que atende todos os critérios já citados?

R: Não há um valor definido. Depende de vários fatores como o poder deste remineralizador no solo, frete, competividade mercadológica e outros.

 

Vocês tem uma planta modelo com custos para uma jazida que gostaria de iniciar a produção?

R: Sim, temos uma planta padronizada projetada para atender de 40 a 50 t/h aproximadamente. Entre em contato com a Metso para tomar mais conhecimentos.

 

O produto acabado precisa ser armazenado coberto?

R: Sim e não. Depende da finura do seu remineralizador e tempo que ele ficará estocado. A umidade local, condições ambientais devido a exposição a céu aberto podem descaracterizar a curva granulométrica ou umedecer demasiadamente o material.  Ideal é fazer como os fabricantes de calcários. Ter as duas opções na planta de produção.

 

Existe um setor na metso que auxilie nesse estudo inicial de viabilidade da composição mineral?

R: Sim é possível trabalharmos juntos e ou usando a cadeia de empresas consultoras no mercado. Entre em contato com nosso departamento comercial através do vendas.brasil@metso.com.

 

As rochas basálticas ricas em cálcio, podem ser aptas p/ correção de solo (calagem) mesmo sendo um mineral primário?

R: O calcário também é formado por minerais primários, mas de outra composição. Os carbonatos geralmente são muito mais reativos que os silicatos, que possuem solubilidade muito mais baixa que os carbonatos, especialmente em solos ácidos, como são os solos tropicais.

 

Ainda, o basalto pode sim, substituir o calcário, pois ele aumenta o pH e soma de bases do solo, mas em menor escala em relação ao calcário. Contudo, ocorre a diminuição da acidez potencial e o Al+3 do solo é neutralizado de forma eficiente devido ao silício biodisponibilizado no solo.

R: Só é possível a remineralização de solos se tiver a ação do biointemperismo.

 

O quartzo livre que tem que ser = ou < que 25% correto? E quanto ao silício livre? Tenho que fazer uma análise também?

R: Correto. Não existe restrição alguma sobre o silício livre. De modo geral, nas análises agronômicas, o teor de óxido de silício (SiO2) é determinado e do Si elementar. Contudo, provavelmente quanto maior o teor do elemento Si, maior pode ser o teor de quartzo, inviabilizando o material.

 

Sobre a capacidade magnética das partículas minerais e sua influência benéfica para as plantas e microrganismos estão sendo estudadas?

R: Desconheço esses estudos.

 

Ainda não temos metodologia oficial pelo Ministério para análises de remineralizadores de solos. Algumas empresas do setor privado vêm tentando ajudar nessa questão e até mesmo desenvolvendo trabalhos para sugerir metodologias para sanar essa questão, pois abre alguns precedentes indesejados ao produtor, uma vez que a maioria dos laboratórios agronômicos não estão preparados para analisar os remineralizadores. Como está sendo tratada essa questão no GT e junto ao Ministério?

R: Correto, ainda não existe um método padrão específico para remineralizadores. Esse tema já está sendo discutido no GT Remineralizadores e uma proposta é a da certificação/credenciamento dos laboratórios para essas análises. Mas ainda não temos posição final.

 

Houve uma conversa inicial em separar os remineralizadores em classes, esse assunto está avançando? Como?

R: Ao consultar os colegas do GT Remineralizadores não encontramos registros sobre essa divisão.

A respeito da remineralização do solo. Existe algum tipo de relação entre os agentes mineralizadores e o que está sendo plantado? Por exemplo, a remineralização do solo por meio da caulinita cominuída é mais adequada para plantações de soja ou remineralização da flogopita é mais apropriada no plantio de feijão?

R: Cada espécie vegetal possui uma exigência em termos de quantidades de nutrientes. Por exemplo, a cana-de-açúcar exige muito K. Se utilizarmos rochas com um teor elevado de K no canavial, certamente as plantas serão favorecidas. Mas não existe uma limitação de uso, do tipo mica xisto só pode ser usada em cana.

 

Pode misturar duas rochas para obter a especificação?

R: Sim, pode misturar. Mas precisa garantir que os teores registrados e declarados serão mantidos.

 

O que devo fazer para ter o registro de um remineralizador? Tenho como aumentar a solubilidade dos remineralizadores?

R: A solubilidade das rochas e minerais está fortemente relacionada ao biointemperismo. Ou seja, microrganismo fazem o papel acelerado do intemperismo do solo. Logo, práticas que aumentem a quantidade da fase biológica no solo (adubos verdes, compostos orgânicos, dentre outros) tendem a aumentar a solubilidade.

Já sobre o registro, todas as informações estão disponíveis no site do MAPA

 

Quanto tempo dura para se obter o registro de um produto junto ao ministério da agricultura?

R: Primeiro existe a obrigatoriedade de se testar o material, com análises químicas, físicas e agronômicas. A Instrução Normativa 05/2016 e o Protocolo para Avaliação da Eficiência Agronômica de Remineralizadores de Solo são documentos a serem seguidos. Isso leva em torno de 100 a 120 dias, em função das respostas analíticas e crescimento das plantas. Na sequência, existe a avaliação do processo de registro dentro do MAPA, o qual eu não saberia precisar a duração.

 

Uso potencial no mercado de cana-de-açúcar. E se já há aplicação no segmento.

R: Algumas unidades sucroenergéticas já estão utilizando remineralizadores ou agrominerais em suas áreas. Para a cultura, o potencial é muito grande, primeiro pela alta necessidade de potássio que a planta exige; segundo, quando somamos às práticas orgânicas já realizadas como aplicação de torta de filtro e vinhaça, podemos potencializar o efeito dos remineralizadores pelo aumento da solubilidade destes; ainda, estamos falando de uma cultura semi-perene, com ciclo de corte em média de 5 anos a qual necessita de adubação constante, os remineralizadores podem atuar como fonte de liberação lenta durante esse tempo.

 

Qual a lógica de haver uma limitação na lei em 25% para o SiO2?

R: A limitação está no teor de SiO2 livre, ou seja, o quartzo. Este é um material amorfo onde o silício de sua composição não pode ser liberado em função das fortes ligações químicas com o oxigênio. Logo, ele não tem nenhuma ação na agropecuária. A areia comum de praia ou de construção civil é o melhor exemplo de quartzo. Se o teor permitido de SiO2 livre fosse muito alto, estaríamos comercializando basicamente areia, o que seria inadequado para o produtor rural, além de potencializar a arenização do solo (empobrecimento) e moralmente incorreto, pois estaríamos vendendo um material sem efeito nenhum.

 

Os remineralizadores são ditos exclusivos de rochas fosfáticas ou há potencial para rochas portadoras de outros elementos essenciais? O que define um potencial para o tipo rochoso? Quais são os elementos químicos potenciais factíveis de um processo de remineralização? Há um limite de especificação química e geológica que garanta um sucesso do processo para cada uma dessas rochas?

R: Não, os remineralizadores se enquadram para qualquer tipo de rocha ou mineral. Em função da quantidade existente, o maior número de pesquisas científicas está nas rochas silicáticas. As IN 05 traz as especificações químicas que o definem. As plantas precisam de macro e micronutrientes, estes somam 19 elementos químicos exigidos em teores diferentes para cada espécie, são eles: K, Ca, Mg, C, H, O, N, P, S, Fe, Mn, Zn, Cu, Mo, Co, Ni, B, Cl e Se.

 

Existe algum aproveitamento para o granito no processo de remineralização de solo?

R: Existem estudos com granito. Estes podem ser encontrados nos Anais do I, II e III Congresso Brasileiro de Rochagem; livros: Agrominerais para o Brasil e Rochas e Minerais Industriais usos e especificações ambos do CETEM; bem como em artigos científicos publicados.

 

O que já existe sobre o uso do kimberlito como remineralizador?

R: O kimberlito já é conhecido cientificamente e no Brasil comercializado como remineralizador pela empresa KPfértil.

 

A depender da cultura, é possível a substituição completa dos fertilizantes pelos remineralizadores? E como é a interação entre os dois mercados (fertilizantes/remineralizadores)?

R: A substituição é possível sim. Contudo, ela depende de um manejo agronômico correto, em médio e longo prazo, com uso de práticas que aumentem a quantidade da fase biológica no solo (adubos verdes, compostos orgânicos, rotação de culturas, dentre outros). A troca imediata em área total pode acarretar perda de produtividade. A interação deve ser positiva, pois a competição só prejudica o sistema.

 

Já existe estudo quanto a utilização do Arenito na remineralização?

R: Não, eu não conheço este estudo. Mas acredito que o teor de quartzo será maior que o permitido.

 

Qual o tempo médio de solubilização dos elementos (macro e micronutrientes) para estarem disponíveis para as plantas?

R: A resposta para essa pergunta vai depender dos seguintes parâmetros do agromineral: composição química, composição mineralógica e granulometria. Ainda, em função das condições do clima, solo e planta. Raramente a liberação dos nutrientes é total e ocorre em um ciclo de um ano.

 

Alguém pode indicar empresas que executam os agroexperimentos necessários para a homologação do produto?

R: Universidades e Centros de Pesquisa públicos. Ainda, empresas particulares, desde que registradas no MAPA.

 

Existe alguma ação perante a ANM para inclusão de substâncias no cadastro mineiro, que já tem uso real e outras que oferecem potencial como agrominerais?

R: Sim. A ANM já submeteu um projeto de revisão da tabela de substâncias, contemplando os remineralizadores. A atualização deve ser divulgada em breve.

 

Se o material tiver <25% de quartzo, mas 37% de glauconita ainda seria viável?

R: Legalmente, sim. A restrição, hoje, é para o quartzo.

 

Quais os resultados conhecidos do uso de rochagem utilizando Granito? Quais as principais diferenças entre o uso de rochas basálticas?

R: Existem estudos com granito. Estes podem ser encontrados nos Anais do I, II e III Congresso Brasileiro de Rochagem; livros: Agrominerais para o Brasil e Rochas e Minerais Industriais usos e especificações ambos do CETEM; bem como em artigos científicos publicados.

 

Existe algum estudo para rocha de gnaisse?

R: Existem estudos com gnaisse. Estes podem ser encontrados nos Anais do I, II e III Congresso Brasileiro de Rochagem; livros: Agrominerais para o Brasil e Rochas e Minerais Industriais usos e especificações ambos do CETEM; bem como em artigos científicos publicados.

 

Há algum trabalho mostrando a liberação dos nutrientes no solo, absorção pelas plantas e aumento da V% do solo com os remineralizadores. Também sobre o Ph do solo é importante saber.

R: Estes podem ser encontrados nos Anais do I, II e III Congresso Brasileiro de Rochagem; livros: Agrominerais para o Brasil e Rochas e Minerais Industriais usos e especificações ambos do CETEM; bem como em artigos científicos publicados.

Assista ao WebMeeting!
A gravação completa da reunião já está disponível.