ago 17, 2018 Mineração blog

Troca do britador: três sinais de que chegou a hora de mudar

Metso Brasil
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A vida útil de um britador pode variar de acordo com o tipo de operação, mas não é raro encontrarmos equipamentos ativos há quatro décadas ou mais. Será que eles continuam eficientes – operacional e financeiramente – ou será que é o momento de pensar na troca da máquina?
Fique atento aos sinais do seu britador para tê-lo operando sempre no seu melhor potencial.
Fique atento aos sinais do seu britador para tê-lo operando sempre no seu melhor potencial.

 

O equipamento não atende mais os requisitos operacionais

Quando um britador começa a ter paradas recorrentes, algo está errado. Se for um equipamento relativamente novo, é hora de avaliar se ele está sendo operado corretamente e se as etapas de manutenção estão sendo seguidas como indica o manual. Porém, se estivermos falando de um equipamento antigo, trata-se de um momento da verdade. Toda operação moderna de britagem tem informação suficiente para avaliar o nível de produtividade de uma máquina. Tais dados podem ser comparados com o histórico de manutenção do equipamento, indicando que as paradas inesperadas tornaram-se cada vez mais comuns ao longo dos anos, apesar da manutenção ter sido feita de forma correta. Se a operação estiver adequada, com as melhores práticas aplicadas por uma equipe bem treinada, a luz vermelha deve ser acesa duplamente. Informação é poder e os dados mostram que, por exemplo, um britador com 40 anos de operação, instalado numa pedreira ou mina que tem uma vida útil de várias décadas pela frente, pode ter se tornado um elefante branco. 

 

Checklist: 7 indicadores de baixa performance
Faça o download desse checklist e saiba mais.

 

  • Invista inteligentemente em treinamento: Um curso avançado de operação de britagem, como o próprio nome diz, não pode ser aplicado a um profissional iniciante. Lembre-se que a programação de um treinamento foi pensada por quem entende do assunto e é necessário respeitar o nível de cada operador. Faça uma avaliação prévia do perfil do profissional antes de enviá-lo a um processo de aperfeiçoamento. E acompanhe o profissional após a capacitação. No caso de cursos na própria planta, é possível verificar rapidamente os resultados do processo. Priorize os treinamentos que otimizam a aplicação dos conceitos teóricos na prática do dia a dia na britagem. E que sejam focados nas etapas posteriores. É interessante que os profissionais saibam, por exemplo, que a cubicidade da brita vai influir na melhor qualidade do concreto. E que é possível produzir areia industrial a partir da própria brita, entre outros aspectos da área de agregados.
  • Estimule o diálogo entre as equipes: A criação de grupos ou “panelinhas” é comum em qualquer indústria. O problema é quando o ambiente fica contaminado com um clima de “nós contra eles”, ou seja, operação contra manutenção. Evite o problema, desenvolvendo o diálogo entre os times. A área de manutenção depende dos dados fornecidos pelos operadores para agir na correção de falhas e quanto mais precisas elas forem, melhor. O processo inverso também acontece: ao informar seus cronogramas de forma clara à equipe de operação, os profissionais de manutenção permitem que ela se organize para as paradas. O volume de uma pilha pulmão, por exemplo, pode ser melhor dimensionada, ao se saber previamente que há a possibilidade de a manutenção ser alongada. Regra de ouro? A capacitação é diária e flui em mão dupla.

 

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